penando a sena
senhora imensa.
A culpa ajuda
a alma mutila,
escrupulosa machuca.
A santa observa,
com sorriso amarelo de minerva.
O carrasco desce a lâmina
de encontro a lambida do pensar.
Cessa a ideia de ajuda, de plateia,
quando o som e o sangue viajam a ecoar.
Vai agora a culpa de ter,
o sangue da morte de um ser
nas mãos para lavar.
Para os fortes nada anormal,
só uma vida como tantas,
trivial.
Sem anúncios, sem jornal,
para o pobre que outrora
nem mesmo era mal.
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