A tí. Querida
Tributo meus singelos, pobres e mulambos versos. Bandida.
Te gosto, maldita
Odeio minha sina, de te amar sem coragem de expressar, sempre de quis mesmo outrora quando não passava de uma simples uma singela, a mais nobre e mais pura, vadia.
Me faz anseios.
Sorrateira. Mente e rouba o que restara de meu juízo.
Loucura minha te amar.
E amando assim vou perdendo a sanidade,
restando em fim
loucuras de um devasso amor.
Amor esse,
que embora perverso
desembaralha em versos
dignos de um serafim.
Meu algoz se faz presente em minha vida,
que por sua vez, por mim não é querida.
Ai me vem você
Só para me inspirar, que um dia,
possa eu ter uma manteira divina
de te ver e não te ter.
Agora, simplesmente
te suplico continuamente,
de você me deixe
deixando naturalmente
que eu possa querer ter você.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Oque você achou?