Há, se os amantes correnpondidos soubessem a sorte que tem...
sim, eles tem muita sorte. Sorte de amar quem o ama.
Quem dera eu ter essa sorte... não com todas, tão pouco com várias, só com ela.
Sim, ela, a donzela que certa todos os sonhos meus.
pele branca como a neve, cabelos negros como a noite, ê açoite de querer bem quem não quer.
Quem me dera ao menos uma vez, entender porque Deus, em sua plenitude, tem essa atitude, de em minha vida bancar o escritor.
As vezes sorrio, quase sempre em bora sombrio por dentro meio sombrio o medo e a angústica me preenchem o pensar.
Toda via, quem mais a fundo espia encontra algo, que não tem tão brio maligno, uma coisa guardada no fundo, bem lá no fundo do meu peito. Infimo, dependente e quase sem poder na maioria das vezes, que ao avistar ela, minha Afrodite, toma poder e fica infame e inflama sangue como se do corpo quisesse sair.
Ela, que embora nova, encanta desde outrora o sucesso desse humilde pensador.
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