domingo, 5 de abril de 2015

Aos nobres.

Aos meus caros, meus poucos, meus nobres.
Aos singelos, companheiros,
e modéstia parte cheios de sorte.
Aos queridos, os loucos, os poucos, os raros.
Meus ínfimos, mais que muito amados.

Sabeis vós, meus segredos, meus anseios, minhas sinas
sabem também minhas paixões, opiniões e perdão.
Não pede nada em troca.
por outra volta, estão sempre de prontidão,
prontidão essa pronta para me ouvir, para me dar a mão.

Não tenho nada a oferecer, 
caros poetas de atitudes nobremente seletas.
meus caros, meus infortúnios, meus poucos, 
a vocês, manos, só digo:
Valeu por existirem. Amigos

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